*****Um belo dia acordamos e descobrimos que APAIXONAR-SE É INEVITÁVEL*****


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domingo, 30 de maio de 2010

Filme | Marley e Eu


Todas as sextas minha prima Lílian vem aqui pra casa, entre comilanças e bons papos, sempre vemos um filminho. O problema são os gostos totalmente diferentes, ela ainda romântica no auge de seus 19 anos e eu correndo de filmes americanos, em especial comédias e romances com a Jennifer Aniston, a queridinha do momento.

Bom, e não é que a danada cismou de querer ver "Marley e Eu".

Imediatamente fui ver a sinopse:

Gênero: Comédia - USA
Atores: X, Y, Z e... Jennifer Aniston.

Relutei. Mas como 10 anos mais velha que sou e aprendendo cada dia mais a ceder, me entreguei ao filme.

Do filme não irei falar, obviamente, mas posso e vou contar o desfecho dessa noite.

Lílian: Por que ele tinha que morrer, hein prima? (Morrendo de chorar)

Dani: É o ciclo. (Segurando as lágrimas)

Lílian: Mas não precisava ser assim. Vou dormir triste é? (Eram 1:40h da madrugada quando terminou)

Dani: Verdade. Que merda. (Chorando)

Lílian: Por isso que eu gosto de novela, sempre todo mundo termina bem e feliz.

Dani: Você ainda vai aprender a gostar de coisas boas. Incluindo filmes com finais tristes. Porque assim é a vida e é assim que tem que ser.

Ela foi dormir de cara inchada e eu fui abraçar a minha cadela. E confesso a vocês, já se fazem quase 10 anos que Princesa veio pra nós, mas depois do filme, passei a olhá-la diferente. Da maneira que tem que ser. Como uma amiga.

Todo ser humano devia ter um cachorro em algum momento da sua vida, pensem nessa possibilidade para que vocês possam morrer sentindo o gostinho de uma verdadeira amizade e fidelidade.

Fui dormir p. da vida com quem classificou o filme como sendo uma comédia, Marley e Eu toca o mais gélido dos corações, é um baita de um drama e uma lição de vida.

Eu recomendo.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Nossas Próprias Mentiras


Brincando com o controle remoto me deparei com o início do filme “Muito mais que um crime”. De começo, pensei que seria mais um daqueles filmes americanos de tribunal chatos, me enganei.

Apesar do filme ser de 1989, obviamente não irei fazer um resumo da história pra não tirar a surpresa de quem ainda vai assistir. Mas, confesso que não consigo dormir pensando na mensagem passada pelo roteiro.

Diante de um mundo tão cruel e falso, hoje, me pego perguntando qual seria a verdadeira face de um crime, ou de um fato, não importa o detalhe. Nós, humanos, simplesmente acreditamos naquilo que queremos acreditar, ou seja, na nossa verdade.

Deve ser muito difícil descobrir que aquilo que você crer não passa de inverdades. Pior ainda quando tais mentiras nos esconde a nossa real história.

Bem no popular, posso dizer que “noiei” com o danado do filme. E sinceramente, não vou me crucificar por isso. Apenas vou curtir essa paranóia.

Refletir seria a palavra. Tentar descobrir qual é a minha verdade.

O mundo não vai deixar de ser cruel ou "menos mentiroso”.

O que não podemos é passar a acreditar nas nossas próprias mentiras.

Assistam, parece bobo, mas é interessante.